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Archive for junho 2008

Um demo surpresa do Resident Evil 5 chega na GamePro. Chris Morell e Travis Moses dão sua primeira impressão sobre a ação e terror.

resident5_dest150A série Resident Evil já conquistou muitos fãs, levando ação, luta contra zumbis e monstros por cenários repletos de destruição e morte, invadindo até as telas de cinema.

O próximo título da série, o Resident Evil 5, tem lançamento previsto para 2009. Apesar da distância a Capcom já divulga álbuns de fotos com telas impressionantes e trailers para deixar os fãs loucos.

Uma demo do game foi demonstrada para a GamePro EUA e os editores Chris Morell e Travis Moses avaliaram o jogo, confira o que eles descobriram.

Opinião de Chirs Morell

A demo possui 20 minutos e extensa jogabilidade. Situada em uma pequena vila africana, devastada pelo vírus Lãs Plagas de Resident Evil 4, o protagonista Chris Redfield novamente se encontra em uma situação delicada.

O game começa com Chris dentro de uma pequena cozinha, armado com uma pistola. Mas o personagem também carrega uma shotgun e um facão em suas costas. Conforme Chris se movimenta pela sala são observados os novos gráficos, além da nova engine física. Os desenvolvedores destruíram alguns objetos para mostrar que o ambiente pode ser alterado drasticamente, ou melhor, destruído.

Febre na cabine

O primeiro zumbi (aldeão infectado pelo Las Plagas) quebra uma janela e invade o local. Chris usa a pistola para derrubá-lo, mas outros zumbis começam a entrar. Uma pequena estante de livros serve como uma barricada, mas os zumbis determinados conseguem avançar. Chris continua a atirar, acertando vários zumbis com cabeças ensangüentadas e feridas expostas. Os zumbis mancam quando atingidos nas pernas.

Fonte: PcWorld

“É maior, melhor e mais agressivo”. Essas foram as palavras usadas por Cliff Bleszinski, chefe de design na Epic Games, para descrever o multiplayer de “Gears of War 2”, a esperada seqüência de um dos maiores sucessos do Xbox 360. A companhia abriu as portas de seu escritório em Cary, Carolina do Norte, para a imprensa e revelou, pela primeira vez, como está o desenvolvimento do título e detalhes sobre seu tão cobiçado multiplayer.

A demo que a imprensa pôde experimentar tinha três mapas tecnicamente do mesmo tamanho que os da versão anterior. No entanto, como agora o suporte aumentou de 8 para 10, a gameplay deverá sofrer algumas sensíveis mudanças. Além de mais jogadores, GOW2 também trará mais armas, mais modos, mais mapas. E ainda mais.

O esquema de “4 contra 4” tradicional do GOW foi melhorado para comportar 9 e 10 jogadores — e será possível preencher os espaços vazios com personagens controlados pela CPU. Esse novo limite de jogadores não muda a complexão do multiplayer de Gears, mas no modo Wingman, um novo modo para duplas (até cinco), os vitoriosos são determinados pelo montante de “kills” em geral. Nesse modo, o jogador e seu parceiro compartilham o mesmo modelo de personagem, valendo para chefões Locust, Doms e até para Marcus, que ganhou informalmente um irmão gêmeo.

Outra modalidade multiplayer é “Meatflag”. Essencialmente é um “capture the flag”, só que no lugar da bandeira, temos uma pessoa com uma arma — por isso o nome Meatflag (bandeira de carne). Essa pessoa sempre será um “Stranded”, os civis abandonados que geralmente esbarramos no modo campanha. A CPU se encarregará de comandá-lo — ele ficará no meio do mapa atirando em todo e qualquer um que chegue perto dele. Se o jogador conseguir inflingir dano suficiente para derrubá-lo — ele não morre — você poderá carregá-lo para a área designada do seu time. Enquanto isso, o time rival tentará impedir que você consiga, matando sua equipe ou derrubando o Meatflag e o capturando em seu lugar. Se isso acontecer, você e seu time terão certo tempo para recuperá-lo antes que ele seja resgatado pelos rivais.

O terceiro modo multiplayer inédito se chama “Guardian”, que combina elementos do passado. “Nós realmente gostamos do Assassination em Gears 1,” disse Rod Fergusson, Produtor Senior, sobre o modo de jogo onde apenas o líder designado podia pegar novas armas para si e para o resto de seu time. “Mas foi provavelmente nosso modo original de jogo menor jogado. Então Annex veio como parte de uma atualização de título em Gears 1 e introduziu a notão do ‘respawn’. E se aplicássemos isso a Assassination?”

Então, a premissa em “Guardian” é: enquanto se lider estiver vivo, seu time poderá continuar a dar ‘respawn’. Indicadores bem visíveis sempre mostrarão a posição dos líderes, então as situações estúpidas de impasse deverão ser bem minimizadas. Com as mudanças, parece que esse modo será mais intenso que Assassination e deverá atrair mais os jogadores. Seu time precisará proteger seu líder enquanto simultaneamente caça o comandante do time adversário. E quem perder o seu, ficará encurralado como em um jogo de xadrez sem a sua rainha.

Gears of War 2 terá mais do que esses três modos de jogo — e isso inclui Warzone, no estilo Deathmatch/Eliminação — mas a Epic não revelou mais nada nessa apresentação. Na demo, havia três mapas disponíveis, e talvez vocês reconheçam um ou outro nome. O cenário “Gridlock” está de volta, mas sua área repleta de escombros e metal enferrujado foi bastante melhorada visualmente, assim como a fase “Subway”. O restante dos mapas, no entanto, é completamente novo — o plano é ter vários deles, “mais de dez pelo menos”, disse Bleszinski.

Muitas das mudanças na gameplay vem sendo feitas com intenção de deixar Gears 2 ainda mais visceral do que o primeiro, mas não gratuitamente. A serra-elétrica causará mais estragos visuais, mas ao mesmo tempo seu usário não vai simplesmente ficar tão invulnerável quanto antes. Haverá novas opções para deixar os combates ainda mais realistas como poder se locomover encostado em um muro, a habilidade de interromper a animação de troca de posição à lá SWAT, poder se rastejar até um lugar seguro para se recuperar e diversos novos estilos de execução.

Algumas armas agora possuem mais poder para “retardar” alguém, e isso foi feito com intenção de acabar com uma mania entre os jogadores do multiplayer de Gears, principalmente com relação à shotgun. “Nós tivemos alguns problemas com a maneira que o multiplayer de Gears… vinha sendo jogador quando foi lançado no início”, explica Fergusson. “Nossa arma favorita, a Lancer, estava sendo sub-utilizada, e tudo se tornou uma batalha de shotguns. Uma das coisas que vimos as pessoas fazerem muito foi apenas correr, esquivar, e então atirar com a shotgun de perto. Se tornou uma constante batalha de evasão/shotgun.” Isso quer dizer que em Gears 2, se alguém vier correndo na sua direção, alguns tiros de um rifle de assalto ou até mesma uma pistola podem retardá-lo a ponto de ele ter que desistir da idéia de se aproximar dessa maneira e procurar por abrigo, ou morrer, acabando com o tática macetada.

“Gears of War 2” também usará em seu multiplayer um sistema de rotação de armas, isto é, onde na primeira partida havia um Longshot (rifle de longo alcance), um Torque Bow poderá estar na segunda. Notem, porém, que a classe da arma não muda, isto é, você não vai ser surpreendido por uma pistola no lugar do potente rifle, mas a alternância entre os tipos de arma ajudará a não tornar as coisas previsíveis e “automáticas” demais. Novos “Achievements” mais inteligentes servirão para impedir que os jogadores façam ações estúpidas — como “matar 100 inimigos com serra elétrica”. Agora, o jogo vai contar apenas uma dessas mortes específicas por round para encorajar os jogadores a usarem diferentes tipos de arma, ou seja, não adianta matar cinco seguidos com a Lancer, pois apenas uma contará.

Além da tradicional “Follow Cam”, os jogadores que estiverem em modo espectador após terem sido enviados desta para melhor poderão acompanhar os jogadores restantes através da nova câmera dinâmica de batalha, e assim estudar seus movimentos de outros ângulos. Também é possível observar partes específicas do cenário de uma perspectiva superior (“bird’s eye”, ou “visão de pássaro”) — o único porém é que a câmera vai automaticamente mudar de posição, oferecendo uma visão mais cinemática da ação.

Se já não bastassem todas essas, ainda haverá uma câmera fantasma, que os jogadores poderão controlar manualmente e se divertir. “Nós vamos ter esse modo de foto tipo Pokémon Snap ou Dead Rising,” disse Fergusson. “Quando você pressiona A, ela mostra sua screenshot e automaticamente a pontua baseando-se em quantos efeitos de partícula aparecem, o quão os personagens estão centralizados, se alguém está sangrando, se há uma execução ocorrendo…”. O mais legal é que essas fotos e a pontuação são enviadas automaticamente para o site com um ranking onde todos poderão comparar suas habilidades de fotógrafo. Aparentemente, também será possível gravar vídeos, mas ninguém da Epic confirmou ou desmentiu essa hipótese.

Durante uma sessão de perguntas, Cliffy B citou “Metal Gear Solid” ad Konami, não como um exemplo a seguir, mas sim como algo que eles não querem fazer com relação a narrativa. Quando perguntado sobre a pressão de fazer uma seqüência de um jogo de cinco milhões de unidades vendidas, ele respondeu: “Para ser honesto, é divertido porque com sua maneira única de ser, não há pressão. Nós completamente ignoramos isso e seguimos nossos corações”. Eles aprenderam algo com o primeiro jogo? Pode apostar: “Nós queríamos um ritmo arrasa-quarteirão, e ao fazer isso, nós perdemos um pouco a história. Então essa é uma das lições que aprendemos. Dessa vez, há mais repetição. Jogos não são filmes e não são consumidos de uma vez só. Então, personagens secundários vão relembrar coisas a você, que serão reestabelecidas em sugestões de enredo. Metal Gear Solid é nosso exemplo de jogo que não estamos fazendo. Entretenimento passivo é algo que está de saída – você precisa se ligar nessas coisas de web 2.0. Nós queremos criar lugares que vocês gostariam de tornar seu lar”, Cliffy B.

Não há dúvidas de que a Epic está trabalhando firme e forte para trazer uma experiência ainda mais gratificante com seu “Gears of War 2”. Com mais armas, mais animações, mais ajustes, mais mapas e, claro, mais sangue do que o anterior, o jogo vem com a promessa de superar o anterior em todos os quesitos, para delírio total e satisfação dos fãs e usuários de Xbox 360. “Nós estamos realmente sentindo que vamos fornecer algo incrivelmente especial”, disse Bleszinski. “Nós esperamos poder descer a motosserra em vocês muito em breve”, concluiu.

Fonte: FinalBoss

Os fãs de Naruto podem comemorar, a Namco Bandai anunciou em entrevista ao site americano GameSpot que a demo do game do famoso anime chegará a PlayStation Network no dia 17 de Julho. A demo contará somente com dois personagens jogáveis, o protagonista Naruto e seu sensei Kakashi e mais os de suporte, que auxiliarão o jogador durante as partidas.

Para quem ainda não sabe Naruto: Ultimate Ninja Storm é exclusivo para PlayStation 3 e abordará a fase inicial da série, trazendo momentos marcantes como o exame chunin, o treinamento de Naruto com Jiryia e terminando na debandada de Sasuke pro lado do vilão Orochimaru.

Ultimate Ninja Storm trará uma jogabilidade parecida com a série Tenkaichi Budokai de Dragon Ball, com uma câmera dinâmica com diversas perspectivas, adicionando ainda mais ação as lutas. Os gráficos estão fantásticos com um Cel Shading de primeira linha, o que faz com que o game fique ainda mais parecido com o anime.

Fonte: Blog Do Ipod

Resumo:
Como se nao fosse evidente, principalmente devido ao Bleszinski fazer jogos para Xbox 360, enquanto Metal Gear Solid 4 é exclusivo para PlayStation 3.

Texto Completo:

Cliffy moult sobre Metal Gear Solid

Em uma entrevista para a IGN, falando sobre o Gears of War 2 para Xbox 360, o criador designer falou abertamente sobre a concorrência.

“Metal Gear Solid é o nosso exemplo do jogo que não estamos fazendo”(ou melhor..que nao temos talento e capacidade e melhor ainda…um hardware para conseguir rodar…), disse Bleszinski, aparentemente referindo-se a quantidade de cinematicas em Metal Gear Solid 4, lançado este mês, para PlayStation 3. Ele acrescentou, “passivo entretenimento está no fim.”

Apesar de a jogabilidade de Metal Gear Solid 4 universalmente tem sido elogiado pelos críticos, revisores e alguns jogadores têm manifestado preocupação quanto à quantidade de cinematicas, especialmente durante a segunda metade do jogo.

Agora falando francamente…reclamar da quantidade de cinematicas de um jogo é muita falta do que reclamar…é somente apertar o “start”

todos sabemos que uma as finalidades do game é “explicar” os anteriores…montar o quebra-cabeça, entao seria obvio a quantidade de cut-scenes no jogo.

Fonte: Fórum Uol Jogos

Muitos hardcores gamers, jogadores de MGS4 estão indo para o “the Big Boss achievement trophy” emblema, que requer masterful play sem morrer, sem alertas, sem matar, sem recovery items, sem stealth suit e sem itens especiais. Para consiguir o emblema, o jogo precisa ser completado em 5 horas, mas Tyndis do YouTube tem a “manha” de fechar em três horas.

Se você não jogou/fechou o jogo ainda, assista depois. Mas se você precisa/quer ver “Metal Gear greatness, enjoy.”

[Via Joystiq]
Assista o resto do vidio via YouTube

Confirmado! Bill Gates deixará amanhã a sede da Microsoft, em Redmont, nas imediações de Seattle (EUA), pela última vez como um executivo em tempo integral. Co-fundador da empresa com Paul Allen há 33 anos, ele vai se dedicar à gigante fundação filantrópica Bill & Melinda Gates Foundation e sai num momento em que a empresa passa pela indefinição sobre como será seu futuro no crescente mercado de anúncios na internet, uma vez que a proposta feita para a compra do Yahoo foi retirada. Se o plano A era a integração da unidade de internet MSN com a segunda maior em publicidade na internet – atrás do Google -, o plano B ainda não está claro.

Responsáveis por quase o total do lucro da empresa, o sistema operacional Windows e a suíte de produtividade Office – que inclui o editor de texto Word e a planilha eletrônica Excel -, continuam a figurar na imensa maioria dos computadores do mundo, mas há desafios para a ampliação dos lucros. A última versão do Windows, o Vista, lançado no fim de 2006, vendeu 150 milhões de licenças, mas recebeu críticas e foi muito noticiado que diversos usuários preferiram voltar à edição anterior, ao Windows XP.

Com a saída de Gates do dia-a-dia, apesar de que continuará como presidente de honra do conselho de a­d­m­i­nistração e participará de projetos especiais de desenvolvimento de produtos e estratégias, ganha força Steve Ballmer, amigo desde os tempos de estudos na Harvard e executivo-chefe da Microsoft desde 2000.

A primeira impressão ao se ver a primeira vez Bill Gates fazer uma apresentação é de ser um pouco mais alto, levemente corcunda e de pele mais clara do que nas fotos. Também mostra ser alguém que venceu uma certa timidez com as intermináveis horas de apresentações importantes à frente das pessoas mais poderosas do mundo e de platéias de milhares que enfrentou em sua trajetória. Apesar de pouco expansivo, costuma demonstrar bom humor.

O rosto mais conhecido dos negócios no mundo é hoje do terceiro homem mais rico do mundo com uma fortuna estimada em US$ 58 bilhões, atrás do megainvestidor americano Warren Buffet e do magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim, dono do grupo Telmex. Mas Gates foi por 13 anos consecutivos, até 2006, líder do ranking da revista Forbes, tendo alcançado o auge na passagem do milênio, quando as ações das empresas de tecnologia da informação tiveram valorização recorde e a Microsoft foi vista como a maior referência da ascensão do setor.

Nascido em 28 de outubro de 1955, ele continua sendo o maior acionista individual na Microsoft, com 9,33% das ações segundo relatório do terceiro trimestre de 2007. Gates entrou na Universidade Harvard em 1974, um ano depois de fundar com Paul Allen, seu amigo de colégio preparatório com quem passava a maior parte do dia desenvolvendo programas, a Traf-O-Data, que criava relatórios para engenheiros de tráfego. Os estudos duraram apenas dois anos, mas serviram para conhecer Steve Ballmer. Gates receberia apenas em 2007 um doutorado honorário pela Harvard.

Quando Gates tinha 19 anos, em 1975, a Microsoft nasceu, chamada inicialmente de Micro-soft. O ponto de virada para se tornar a maior empresa de software do mundo foi um acordo com a IBM em 1980, que iria lançar o IBM PC e precisava de um sistema operacional. Gates sugeriu utilizar o 86-DOS, criado pela Seattle Computer Products, de quem comprou os direitos de comercialização do programa, que se tornou o primeiro MS-DOS. A Microsoft conseguiu um acordo muito vantajoso que garantia a ela os direitos autorais pelo software.

A trajetória de dominação do mercado passou por fases turbulentas com uma série de acusações e processos, a partir dos anos 90, de estratégias anticompetitivas quando a empresa entrava em novos mercados, como o de navegadores da internet e software tocador de arquivos digitais.

Em 1994, Gates vendeu algumas ações e criou a William H. Gates Foundation, baseada nos trabalhos dos grandes filantropos do capitalismo americano, Andrew Carnegie and John D. Rockefeller. Seis anos depois foi a vez de combinar com sua esposa três fundações filantrópicas da família na Bill & Melinda Gates Foundation, uma das maiores do mundo.

O foco da organização está em participar de ações pelas quais os governos não possuem interesse, como a prevenção da AIDS e outras doenças de grande força em países de terceiro mundo, além de bolsas de estudos de minorias.

Em 2005, o casal Gates e o vocalista Bono Vox da banda de rock U2 foram escolhidos como as “pessoas do ano” pela revista Time.

Sony anunciou oficialmente  a esperadíssima firmware 2.40 para Playstation 3 será lançada dia 30 de junho. Nesse mesmo dia estará disponivel um video tutorial oficial para atualizar corretamente. Faltam apenas 5 dias para o feliz acontecimento.
PS3
Fonte: http://www.teknoconsolas.info/el-firmware-240-se-lanzar-el-30-de-junio-noticia-4786.html

Minha nota: Será que procede essa informação? esperaremos para ver, só vou acreditar quando “supostamente” atualizar meu ps3 no dia 30.